
A exposição acontece entre os dias 10 e 13 de dezembro de 2009,
em Paris, no Salon National Des Beaux-Arts 2009, no Museu do Louvre.
Fundado há 148 anos, o salão expõe peças de arte com caráter liberal
reunindo obras de novos e velhos artistas de todo o mundo.
Após o sucesso do SNBA de 2008, a empresária Bia Duarte,
representante da Delegação Brasileira no Salon National Des Beaux-Arts
e Diretora Executiva da B Licenças Poéticas, apresentará no Carrousel
Du Louvre - Musée du Louvre em Paris um novo recorte da produção
artística brasileira.
Serão 15 artistas cuidadosamente selecionados, entre aqueles
cuja produção marca e representa as significativas diversidades
de produção da arte no cenário brasileiro. Nomes como Daniel Azulay,
Margot Monteiro, Eduardo Kobra, Kika Goldstein, André Crespo,
Susy Magalhães e Marcelo Neves fazem parte do grupo aprovado
pelo SNBA. Além de Victor Brecheret, homenageado póstumo
da delegação brasileira, que terá uma escultura de bronze exposta.
A seleção de obras que representam o Brasil no SNBA 2009 -
Salon National Des Beaux-Arts vai além do estudo da arte e sim
da ciência social, sob a aceitação dos desequilíbrios e desigualdades
estéticos, o que permitirá aos visitantes conhecer a rica tendência
criativa dos artistas brasileiros no campo da arte contemporânea.
“Esta mostra é de grande importância para o nosso país,
pois é mais um meio para divulgarmos a arte criada e produzida
aqui, mostrando ao mundo que temos um modo único
para expressarmos nossa inventividade”, conta Bia também
pré-curadora dos expositores brasileiros.

As obras brasileiras serão expostas em um espaço de 18m² lineares,
disponíveis para apreciação de especialistas e interessados em arte
que passarem pelo Salon National Des Beaux-Arts 2009.
O grupo brasileiro se completa com as presenças de Alessandro Jordão
e Kiko Sobrino, Anna Guerra, Charles Chaim, Gabriel Nehemy,
Lilian Bomeny e Gustavo Rosa.
Entre os brasileiros um artista plástico espanhol também terá seu espaço.
Convidado especial, David Dalmau é artista plástico, fotógrafo e cenógrafo,
na década de 90 visitou o Brasil, quando foi curador assistente,
da 21ª Bienal Internacional de São Paulo e se apaixonou pelo país.
Essa experiência representou um estímulo adicional para que este artista
sempre em busca do novo decidisse residir no Brasil, abrindo seu ateliê
e galeria de arte na capital paulista.




